A vida é um sopro (Parte II)

A vida é um sopro (Parte II)

Antônio Guilherme, Concunhado da vítima
 
 
Após o trágico domingo de dia dos pais, passar uma segunda-feira, velando um homem trabalhador, vítima da violência no trânsito, amanhece uma terça-feira, com muitas interrogações.
 
A esposa e filhas com a falta, pensam como recomeçar, quais caminhos tomar? Novas adaptações forçadas.
 
A árdua incumbência de ir registrar a declaração de óbito junto ao cartório, uma caminhada triste, reunião de documentos, ao fim da tarde com a conclusão e voltar para a casa levando o que se transformou a vida de um homem de bem, trabalhador, pai de família, " a certidão de óbito".
 
Quando então chega a notícia:  aquele condutor que estava embriagado, provocou o acidente, ocasionou a morte, evadiu do local e depois foi capturado. Foi preso, sendo o flagrante realizado no dia da morte, enquadrado pelos artigo 302 CTB Praticar homicídio culposo na direção de veículo automotor, com agravantes e artigo 306 Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência. 
 
É, esse condutor que embriagado mata, teve a sua liberdade concedida, após 1 dia de prisão. 
 
E assim conclui, no dia que o atestado de óbito é registrado, o causador da morte é colocado em liberdade. Ou seja pode voltar a ocorrer e uma nova vitima haver, mais uma família ser destruída.
 
Após a influência do ato interveniente, covarde, desumano, inconsequente, do condutor embriagado, a esposa e filhas da vítima, que viviam em "família", passarem a viver em "fami-lia", pois jamais será reestabelecida, porque foi destruída brutalmente.
 
Precisamos de leis, que realmente sejam aplicadas afim de cessar esses atos, o causador do crime, deveria ser realmente penalizado, ter que manter a família que ele destruiu, entre outros demais fatores, há uma necessidade enorme de reestruturação das aplicações da lei em nosso país. 
 
MUDA BRASIL!!!!!!!!!!

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