Combate à dengue: férias podem ser aliadas

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Muitas pessoas aproveitam o recesso escolar de julho para realizar pequenas viagens e passeios ou cuidar da casa. Analisando esse comportamento, o Departamento de Endemias e Zoonoses alerta a população quanto aos cuidados e combate ao Aedes aegypti, transmissor da dengue, febre amarela, zika e chikungunya, que podem ser adotados neste período.

De acordo com dados do Departamento de Endemias e Zoonoses, em 2023 foram recolhidas mais de 56.770 toneladas de lixo, ou seja, objetos que poderiam servir de criadouro para o vetor dessas arboviroses.

“É importante que a população faça a sua parte, aproveite o recesso de férias para eliminar os possíveis criadouros para que o Aedes não se multiplique. Os ovos já depositados do mosquito são resistentes e podem suportar mais de 400 dias sem contato com a água”, reforçou o chefe da Seção de Controle de Endemias, Diogo Barros.

Ele ainda lembrou que, apesar das temperaturas mais amenas, o vetor da dengue, febre amarela, zika e chikungunya não deixa de existir.

“O trabalho do Departamento é contínuo com as ações de campo e os mutirões, atuando, principalmente, nos locais apontados pelo Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti e em toda cidade. Os principais focos estão dentro das casas e toda população deve fazer a sua parte”, concluiu.

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