Imagem: Reprodução divulgação
Doadora do sexo feminino, de 63 anos, foi homenageada nesta quinta-feira, 25, no tradicional “corredor de honra” do Hospital Regional José Alencar, sob aplausos de colaboradores e profissionais de saúde, antes de ser encaminhada ao Hospital de Clínicas da UFTM para o processo de captação de múltiplos órgãos. Após o diagnóstico de morte encefálica, concluído em 24 de junho, e com a autorização da família para a doação, foi dado seguimento a todas as etapas necessárias para viabilizar o procedimento.
A doação possibilita a oportunidade de vida e esperança para outras pessoas. O gesto de solidariedade, generosidade e amor ao próximo demonstrado pela família, ao transformar um momento de profunda dor em um ato de esperança, emocionou toda a equipe de profissionais envolvida no processo. A doação de órgãos é um exemplo de como a vida pode continuar por meio da generosidade humana, deixando um legado que beneficia muitas famílias.
“O Hospital Regional destaca e reconhece o trabalho comprometido de suas equipes assistenciais, que atuaram com responsabilidade, sensibilidade e excelência técnica em todas as etapas do processo, garantindo acolhimento à família e o cumprimento dos protocolos necessários para viabilizar a doação”, afirmou o diretor administrativo da Sociedade Educacional Uberabense, gestora da unidade hospitalar, Frederico Ramos.
A doação de órgãos só é possível a partir da concordância por parte da família do doador. Mas esse “sim”, muitas vezes, não se concretiza por falhas de comunicação, do desconhecimento e desinformação das pessoas que poderiam doar. O processo de doação de órgãos para transplante envolve várias etapas, desde a manifestação do desejo da pessoa em vida; o diagnóstico de morte encefálica (no caso de órgãos) e parada cardiorrespiratória (no caso de tecidos, como córneas, vasos, pele, ossos e tendões); a atuação da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (Cihdott) junto à família; a realização de exames de compatibilidade e doenças; a retirada do órgão; o transporte e a cirurgia transplantadora.
No Brasil, segundo dados mais recentes do Ministério da Saúde, 78 mil pessoas estão em fila de espera. Foi por ser uma causa tão importante que o tema ganhou uma data, sendo dia 27 de setembro conhecido como Dia Nacional da Doação de Órgãos e tecidos.
Família autoriza doação de órgãos de paciente do Hospital Regional
Doadora do sexo feminino, de 63 anos, foi homenageada nesta quinta-feira, 25, no tradicional “corredor de honra” do Hospital Regional José Alencar, sob aplausos de colaboradores e profissionais de saúde, antes de ser encaminhada ao Hospital de Clínicas da UFTM para o processo de captação de múltiplos órgãos. Após o diagnóstico de morte encefálica, concluído em 24 de junho, e com a autorização da família para a doação, foi dado seguimento a todas as etapas necessárias para viabilizar o procedimento.
A doação possibilita a oportunidade de vida e esperança para outras pessoas. O gesto de solidariedade, generosidade e amor ao próximo demonstrado pela família, ao transformar um momento de profunda dor em um ato de esperança, emocionou toda a equipe de profissionais envolvida no processo. A doação de órgãos é um exemplo de como a vida pode continuar por meio da generosidade humana, deixando um legado que beneficia muitas famílias.
“O Hospital Regional destaca e reconhece o trabalho comprometido de suas equipes assistenciais, que atuaram com responsabilidade, sensibilidade e excelência técnica em todas as etapas do processo, garantindo acolhimento à família e o cumprimento dos protocolos necessários para viabilizar a doação”, afirmou o diretor administrativo da Sociedade Educacional Uberabense, gestora da unidade hospitalar, Frederico Ramos.
A doação de órgãos só é possível a partir da concordância por parte da família do doador. Mas esse “sim”, muitas vezes, não se concretiza por falhas de comunicação, do desconhecimento e desinformação das pessoas que poderiam doar. O processo de doação de órgãos para transplante envolve várias etapas, desde a manifestação do desejo da pessoa em vida; o diagnóstico de morte encefálica (no caso de órgãos) e parada cardiorrespiratória (no caso de tecidos, como córneas, vasos, pele, ossos e tendões); a atuação da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (Cihdott) junto à família; a realização de exames de compatibilidade e doenças; a retirada do órgão; o transporte e a cirurgia transplantadora.
No Brasil, segundo dados mais recentes do Ministério da Saúde, 78 mil pessoas estão em fila de espera. Foi por ser uma causa tão importante que o tema ganhou uma data, sendo dia 27 de setembro conhecido como Dia Nacional da Doação de Órgãos e tecidos.

