A Prefeitura de Uberaba, por meio da Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres da Secretaria de Desenvolvimento Social (Seds), em parceria com a Comissão das Mulheres Advogadas da OAB Uberaba, promove, nesta segunda-feira, 31, o Seminário da Rede de Atendimento à Mulher de Uberaba. O evento encerra a programação do Agosto Lilás no Município com palestras das 8h às 17h, no anfiteatro do Centro Administrativo.
A iniciativa reúne representantes dos principais serviços que integram a rede de proteção às mulheres, com o objetivo de fortalecer a integração, ampliar o conhecimento sobre os fluxos de atendimento e compartilhar boas práticas. A programação também contará com a apresentação do Dispositivo UPR, conhecido como botão do pânico, além dos demais serviços que integram a rede.
O evento inclui apresentações da Coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres, Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRM), Vara Especializada da Mulher, Promotoria da Vara de Violência Doméstica, Centro de Atendimento Integral à Saúde da Mulher (Caism), Ordem dos Advogados do Brasil, Polícia Militar, Guarda Civil Municipal, Polícia Penal, Central de Acompanhamento de Alternativas Penais (Ceapa), Programa de Inclusão Social de Egressos do Sistema Prisional (Presp), entre outros.
Para a coordenadora de Políticas para as Mulheres de Uberaba, Fernanda Mendes, o seminário é fundamental para que profissionais e população conheçam os caminhos disponíveis dentro da rede de proteção. “Esse seminário é para que todos possam conhecer a rede de proteção, que é referência tanto no Estado, quanto no Brasil. Hoje, Uberaba está há mais de sete anos sem um caso de feminicídio de mulheres que estavam inseridas na rede de proteção, que tinham medida protetiva e que estavam em algum acompanhamento”, esclareceu.
Fernanda destacou que o acolhimento qualificado começa pelo conhecimento dos serviços e pela integração entre os profissionais. “As mulheres não estão sozinhas aqui em Uberaba, elas têm uma rede ampla que pode acolher e amparar sem julgamentos. Uma rede que oferece benefícios eventuais, como vale-transporte gratuito, através de um acolhimento humanizado para que evite que a mulher seja revitimizada. É importante para que não só quem trabalha na rede de proteção, mas todo cidadão saiba onde a mulher pode buscar apoio”, pontuou.
Para participar, basta se inscrever pelo link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSftnVGw2uVMRybEXelMNOYhdpG6mj_q3YP_4T5ZC3oQVWGNzQ/viewform.
