Uberaba amplia programa de monitoramento contínuo da glicose e inclui gestantes de alto risco

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Foto: Arquivo

A Prefeitura de Uberaba, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), amplia o Programa Municipal de Monitoramento Contínuo da Glicose, que agora também contempla gestantes de alto risco. O chamamento para as gestantes que atendem aos critérios foi publicado no diário oficial do Município, jornal Porta-Voz nº 3017, desta quarta-feira, 23.

O programa foi implantado em 2025, inicialmente para crianças de 4 a 10 anos com diabetes tipo 1 atendidas pelo SUS. Em 2026, a iniciativa foi ampliada para crianças de 2 e 3 anos e adolescentes de 11 a 16 anos, 11 meses e 29 dias. Agora, chega às gestantes de alto risco, ampliando o acesso à tecnologia para o acompanhamento do diabetes no município.

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Nesta nova etapa, serão disponibilizados sensores de monitorização contínua da glicose para até 40 gestantes, pelo período inicial de 12 meses.

Podem participar gestantes residentes em Uberaba, usuárias do Sistema Único de Saúde e acompanhadas nos ambulatórios de gestante de alto risco do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM) ou do Hospital Universitário Mário Palmério (HUMP), neste último caso, exclusivamente pelo SUS. O programa contempla gestantes com Diabetes Mellitus tipo 1, Diabetes Mellitus tipo 2 descompensado ou Diabetes Mellitus Gestacional classificado como de alto risco.

“Estamos ampliando uma iniciativa que já vem trazendo benefícios para crianças e adolescentes com diabetes e que agora chega a um público que também precisa de um acompanhamento qualificado durante a gestação. É mais uma ferramenta para fortalecer o cuidado e contribuir para a saúde da mãe e do bebê”, destaca a secretária municipal de Saúde, Valdilene Rocha.

As gestantes que atendem aos critérios devem procurar o Centro Administrativo da Prefeitura de Uberaba, na Avenida Dom Luiz Maria de Santana, nº 141, Bairro Santa Marta, para abertura do processo de inclusão.

É necessário apresentar a documentação prevista na portaria, incluindo relatório médico detalhado, documentos pessoais, Cartão SUS e comprovante de residência atualizado, entre outros documentos.

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A documentação será analisada pela equipe técnica do Centro Municipal de Diabetes e Hipertensão (Cemdhi). A abertura do processo não garante a inclusão automática, que dependerá do cumprimento dos critérios clínicos e administrativos e da disponibilidade de vagas e insumos.

O sensor permite o monitoramento contínuo da glicose e contribui para qualificar o acompanhamento do diabetes, reduzindo também a necessidade de medições por meio de picadas nos dedos.

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