Cenário econômico brasileiro sinaliza atenção às corretoras de investimento

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O real brasileiro alcançou o seu valor mais alto em 10 meses no mês de abril, trazendo otimismo para o mercado financeiro. Os títulos denominados em moeda forte apresentaram um retorno significativo de quase 4% durante o primeiro trimestre do ano. Um destaque importante foi a recente captação do Tesouro Nacional, que atraiu 2,25 bilhões de dólares de investidores internacionais – é o primeiro do tipo em um ano e meio, evidenciando a confiança dos investidores estrangeiros na economia brasileira.

Segundo dados divulgados pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) no final do ano passado, o setor de seguros no Brasil prevê um crescimento de aproximadamente 10% na arrecadação em 2023, seguindo uma tendência de alta que registrou 17,1% no ano de 2022. A expectativa de crescimento reforça a relevância das seguradoras como provedoras de proteção financeira e gestoras de riscos, impulsionando a economia do país e oferecendo oportunidades para investimentos e desenvolvimento no setor.

Entretanto, o mercado de investimentos do Brasil, atualmente, encontra-se em um momento híbrido, lidando com alterações políticas que impactam diretamente na economia e deixam os investidores mais cautelosos, optando, inclusive, por investimentos internacionais, como sinaliza a matéria do Money Times, publicada em abril deste ano.

Essa cautela reflete-se na preferência por trocar o risco associado à renda variável no mercado brasileiro por ativos listados em mercados globais como, por exemplo, em Bonds, títulos de renda fixa nos EUA (49% dos entrevistados pela Money Times), no Dólar (48% dos entrevistados) e nos Fundos Internacionais (33% dos entrevistados).

A tendência mostra o interesse pela diversificação das oportunidades de investimento além das fronteiras nacionais, com investidores reconhecendo as vantagens de acessar mercados que oferecem uma gama mais ampla de ativos, exposição a setores específicos e a possibilidade de mitigar riscos ao ampliar a carteira de investimentos.

Tal movimentação despertou nos escritórios uma necessidade de aprimoramento do portfólio. Corretoras de investimentos e seus assessores precisarão de uma maior expertise para entender e atender as demandas desse novo momento. Segundo Alessandra Bussab, sócia-executiva da OneSeg Assessoria, empresa especializada na estruturação de corretoras de seguros em escritórios de investimentos, diante de um cenário como este, é cada vez mais válida a contratação de profissionais capacitados. “Isso fornece um atendimento mais especializado e completo junto ao cliente investidor. Ele pode contar com profissionais que irão criar um plano de negócios, oferecer insights sobre o mercado, regulamentações e tendências, evitando erros e aumentando as chances de sucesso no empreendimento”, explica.

A OneSeg Assessoria estrutura as corretoras de seguros dos escritórios de investimentos, atuando desde o operacional à comercialização, gestão, educação e, quando necessário, a formação do profissional, de acordo com a missão, perfil e valores do escritório. Segundo a sócia-executiva Carolina Amorim, ao contratar um serviço de consultoria, são realizadas análises profundas de viabilidade, examinando fatores como lucratividade, custos operacionais e riscos, auxiliando na tomada de decisão sobre o futuro do negócio. Ela cita, ainda, outros cinco fatores que tornam a contratação de uma consultoria “estar um passo à frente no mercado”:

1. Conhecimento especializado: Uma consultoria especializada em seguros traz conhecimentos e experiência específica para evitar erros e aumentar as chances de sucesso em cada passo. Os insights são valiosos e abrangem o mercado, regulamentações, concorrência e tendências do setor, proporcionando uma vantagem competitiva.

2. Análise de viabilidade: A consultoria conduz uma análise minuciosa da viabilidade de negócios, avaliando aspectos como demanda de mercado, lucratividade potencial, custos operacionais, estratégias de precificação e riscos envolvidos. Essa avaliação é fundamental para identificar os desafios que podem surgir no caminho.

3. Planejamento estratégico: Elaboração de plano estratégico completo para área de gestão de riscos, abrangendo aculturamento dos assessores, metas definidas, identificação do público-alvo, desenvolvimento de produtos e serviços, definindo processos, estratégias de marketing e distribuição, acelerando o sucesso do negócio.

4. Conformidade regulatória: O setor de seguros é altamente regulamentado, e uma consultoria pode ajudar a garantir que a corretora esteja em conformidade com todas as leis, regulamentos e requisitos aplicáveis. Eles podem orientar sobre os procedimentos necessários para obter as licenças e autorizações para operar legalmente.

5. Redução de riscos: Auxilia na identificação e gestão de riscos associados à operação de uma corretora de seguros. Ajuda a desenvolver políticas e procedimentos adequados, estabelecer controles internos eficazes e implementar práticas de gestão.

Dentro da contratação de assessorias, é comum que haja, para o cliente, a preocupação com os custos fixos. Porém, para Claudemir Martins, sócio da Allure Investimentos e cliente OneSeg, essa é uma das partes mais interessantes do serviço de consultoria. “Já tive um profissional dedicado de seguros aqui no escritório, minha experiência foi frustrante, alto custo sem retorno de receita”, comenta ele. “Com a consultoria, posso contar com uma gestão profissional, corretores experientes, bem treinados e sem custos fixos. Em pouco tempo, o resultado começou aparecer e meu sentimento de frustração se transformou em satisfação,” finaliza Claudemir.

Por fim, a consultoria especializada ainda fornece ao cliente uma ampla rede de contatos, proporcionando acesso a recursos, parceiros comerciais, fornecedores e profissionais qualificados, facilitando a obtenção de recursos necessários para o sucesso da seguradora, como tecnologia e serviços de apoio.

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