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Alunos da rede municipal participarão da construção de um robô lunar que será lançado em 2023

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Vinte e cinco alunos da Escola Municipal Professor José Geraldo Guimarães vão participar do projeto piloto Robótica Espacial, iniciativa pedagógica da Universidade de Brasília (UnB) e do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação, com apoio técnico da Agência Espacial Brasileira (AEB).

Gestor da unidade, o professor Romes Belchior da Silva Júnior avalia que a participação no projeto é uma oportunidade para os alunos lidarem e interagirem com a ciência, o raciocínio lógico e a matemática, presentes na robótica. Segundo ele, os inscritos são alunos do 5° ao 9° ano.

A Escola Municipal Professor José Geraldo Guimarães é uma das 250 selecionadas, nos 27 estados brasileiros, para integrar o projeto que visa preparar as crianças e os jovens para o futuro. E a responsabilidade é grande: nessa missão, compete ao Brasil o desenvolvimento e a construção do robô Rover Lunar, que tem previsão de lançamento em 2023.

O programa é todo digital, elaborado dentro do conceito de humanização dos espaços virtuais de aprendizagem e, para ensinar, utiliza a afinidade que as crianças e os jovens têm com os dispositivos eletrônicos. A estrutura é a de um game, que motiva e gera engajamento, por meio de desafios e pontuações.

De acordo com Romes, a pandemia atrasou o início das atividades. Atualmente, a escola procede à inserção dos nomes dos alunos na plataforma pedagógica, que usa simuladores muito realistas, para que a experiência no digital tenha muita semelhança com a do mundo real.

O gestor informa que a gestão do projeto na unidade de ensino está a cargo das professoras de informática Ângela Almeida e Cláudia Elias, mas à medida que avançarem as etapas outros profissionais se somarão ao grupo.

O projeto oferece aulas com simulações realistas, totalmente interativas. Os alunos aprendem o conceito de criação e prototipagem de robôs e, também, o uso prático de multímetros, ferramentas mecânicas, motores, microcontroladores, protoboards, LEDs, sistemas elétricos e módulos bluetooth.

Os alunos passam a conhecer o propósito de cada componente, a montagem, a interligação, a configuração e a programação, e chegam até o robô construído.

“Vislumbrei esse projeto como sendo uma forma de os alunos entenderem os princípios da matemática, o raciocínio lógico, por meio da robótica”, reforçou Romes, pontuando que o curso é uma disciplina extracurricular, também com objetivo de desenvolver novas habilidades digitais.

Por intermédio da transversalidade dos temas abordados, o curso também insere noções de física, matemática, ciências, engenharia mecânica, mecatrônica, eletrônica e elétrica.

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