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Codau amplia drenagem pluvial em vários bairros da cidade

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Este mês as obras chegaram ao DI-I

A drenagem está em andamento na Avenida Francisco PodBoy, importante via de acesso ao Distrito. A Codau está executando a melhoria da captação da água pluvial liberada pelas empresas e que chega até as bocas de lobo existentes ao longo da avenida. Hoje, a rede encontra-se completamente obstruída e, por consequência, a enxurrada retorna e invade os pátios das indústrias, causando diversos prejuízos.

Serão substituídas tubulações, em um trecho de 900 metros, e a rede pluvial ampliada do diâmetro de 400 mm em tubos de concreto, para 600 mm em PEAD, material cujo coeficiente de rugosidade é menor, proporcionando uma vazão mais efetiva da precipitação pluviométrica. Ainda faz parte do serviço, a construção de 25 bocas de lobo duplas que irão contribuir para a melhoria do escoamento das águas. A previsão para a conclusão da obra é meados de setembro.

Balanço – No balanço de agosto, a gerência de drenagem pluvial realizou duas grandes obras para melhorar o escoamento das águas da chuva. No bairro Nenê Gomes, as intervenções foram na Rua Doraliva Maria da Silva Vieira com Rua Renato Peixoto, pontos onde a enxurrada invadia residências e derrubava muros. Neste bairro e no Residencial Tancredo Neves ainda foram trocadas todas as grelhas das bocas de lobo, substituindo as existentes de concreto pelas de ferro, pois oferecem maior resistência e eficiência na captação de chuva.
No Fabrício, outras obras foram realizadas na Rua Major Miguel Martins e Rodrigues Alves. Neste caso, a drenagem foi implantada para destravar uma expansão imobiliária parada desde 2018 neste trecho da rua.

“Trabalhamos com uma programação exequível e conseguimos, em pouco tempo, dar respostas à comunidade que esperava por estas intervenções há vários anos. No somatório, foram 290 metros de novas redes e 144 novas grelhas implantadas. Além das bocas de lobo ampliadas, também fizemos essa troca das tampas que estavam danificadas ou com material inapropriado, como o concreto”, explicou o presidente da Codau, José Waldir de Sousa Filho

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