Codau enfrenta dificuldades para troca de hidrômetros vencidos que estão inacessíveis

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Todo hidrômetro quando atinge o prazo de validade, conforme a legislação, precisa ser trocado, para garantir a medição correta do consumo, porém a Companhia Operacional de Desenvolvimento, Saneamento e Ações Urbanas (Codau) vem enfrentando dificuldades para acessar estes equipamentos, que são de responsabilidade e propriedade da autarquia.

A substituição de hidrômetros é um serviço que faz parte das atividades cotidianas da Codau. Está baseada em critérios técnicos, tais como: tempo de instalação, histórico de leitura e inspeção visual. Um equipamento desatualizado fica comprometido e pode interferir na medição do consumo. A Codau respeita a orientação do fabricante e a legislação do INMETRO, Portaria nº 155 de 30/03/2022, que determina que a troca deve acontecer a cada sete anos. Mas quando o equipamento está inacessível essa atividade, e outros vários serviços, não podem ser realizados.

Conforme levantamento, cerca de 6 mil hidrômetros em Uberaba precisam ser trocados e não foram por falta de acesso. O equipamento, que apesar de ficar na casa do cidadão, é de responsabilidade e propriedade da Codau. Conforme a resolução 132/2020 da Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento Básico de Minas Gerais (Arisb-MG) cabe à autarquia a manutenção do mesmo, por isso deve estar sempre acessível e na fachada da residência.

“Quando essa situação acontece, tentamos contato com o morador. Batemos no portão, se não atende enviamos comunicados através da conta e também avisos individuais, deixados junto com a fatura para que a pessoa nos procure, inclusive com a possibilidade de agendar a troca do equipamento. O importante é que o morador libere este acesso”, explica o presidente da Codau, Rui Ramos.

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