Imagem: Arquivo
A Companhia Habitacional do Vale do Rio Grande (Cohagra) participou de uma reunião de articulação com representantes das redes Estadual e Municipal de Educação para discutir as demandas escolares das crianças e adolescentes que irão morar no Residencial Morada das Magnólias, em Uberaba. A iniciativa busca antecipar necessidades e alinhar estratégias para garantir o acesso à educação aos futuros moradores do empreendimento.
A reunião integra o trabalho intersetorial desenvolvido pelo Grupo Institucional do Poder Público (GIPP), que reúne diferentes setores da administração pública para discutir demandas e articular soluções relacionadas aos empreendimentos habitacionais de interesse social. A proposta é fortalecer a atuação conjunta entre os órgãos públicos, considerando não apenas a moradia, mas também o acesso das famílias aos serviços essenciais.
Com 192 unidades habitacionais, o Residencial Morada das Magnólias representa importante conquista para as famílias contempladas e para a política habitacional de Uberaba. Além da conquista da casa própria para essas famílias, a Cohagra trabalha para que essas famílias iniciem essa nova etapa de suas vidas com dignidade, segurança e acesso aos serviços públicos essenciais. Nesse contexto, a educação ocupa papel fundamental. Por isso, o trabalho em rede entre Estado, Município e a Cohagra permite avaliar as demandas relacionadas ao atendimento escolar, considerando a realidade das famílias e a necessidade de assegurar às crianças e adolescentes condições adequadas para os estudos.
Essa iniciativa está alinhada ao Projeto Técnico Social (PTS) desenvolvido pela Cohagra, que reconhece a importância do acompanhamento das famílias, desde antes da ocupação do empreendimento, e da articulação intersetorial para o fortalecimento da comunidade.
A presidente da Cohagra, Regiane Isidoro, falou sobre o trabalho desenvolvido pelo PTS. “A união entre as instituições demonstra que, quando o Poder Público atua de maneira integrada, as ações se tornam mais eficientes e as necessidades da população passam a ser tratadas de forma ampla e responsável. A nossa proposta não é cuidar apenas de onde as famílias vão morar. Nós trabalhamos, desde antes da ocupação dos empreendimentos, para dar condições para que as crianças e adolescentes possam estudar, crescer e construir um futuro melhor”, destacou Regiane.







