Conselho de Salvaguarda da Capoeira de Uberaba reúne-se nesta quarta

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Considerada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco, a capoeira também será registrada no Município pela Fundação Cultural de Uberaba (FCU). O Conselho de Salvaguarda da Capoeira de Uberaba reúne-se nesta quarta-feira (14), às 19h, no Teatro Municipal Vera Cruz, com representantes dos grupos da cidade. O registro da manifestação faz parte da pauta do encontro.

De acordo com a organização do evento, serão discutidos informes gerais, balanço das ações de 2020, apresentação e elucidação de dúvidas sobre o preenchimento das fichas de inventário e encaminhamentos finais. Todas as medidas sanitárias serão tomadas.

As fichas de inventário fazem parte do processo de registro da capoeira, trabalho feito pela equipe do Departamento de Patrimônio Histórico e pela Seção Municipal de Patrimônio Histórico Cultural (Sempac) da FCU. Será realizado o Inventário de Proteção do Acervo Cultural, conhecido como Ipac, dos grupos de capoeira de Uberaba.

“Fazemos a ficha de inventário com todos os dados históricos dos grupos e remetemos ao Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha/MG), seguindo as instruções de deliberação normativa das políticas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). Depois, é feito o dossiê para o registro como patrimônio histórico imaterial em Uberaba. Esse plano do Ipac se estende entre 2021 e 2022”, explicou o historiador do Sempac, professor Gustavo Vaz.

Patrimônio brasileiro – A roda de capoeira está inscrita no Livro de Registro das Formas de Expressão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 2008 e é um bem cultural registrado como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.

Como um dos símbolos brasileiros mais reconhecidos internacionalmente, a roda de capoeira foi considerada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade durante a 9ª Sessão do Comitê Intergovernamental para a Salvaguarda realizado em Paris, em novembro de 2014. A decisão foi aprovada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

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