A Fundação de Ensino Técnico Intensivo “Dr. Renê Barsam” (FETI) recebeu, nesta segunda-feira (12), sete aprendizes da empresa conveniada Ourofino Agrociência. A Fundação foi o espaço escolhido para a realização de uma oficina prática de grafite, ministrada pelo arte-educador Clayton Tomaz. Na semana anterior, a parte teórica do trabalho foi feita na sede da Ourofino, em Uberaba.
A empresa propôs essa ação como forma de fechar o ciclo dos aprendizes, que encerram seus contratos em janeiro. A ideia era retratar, em uma tela, com tinta e pincel, o que a Ourofino representa para eles, trabalhando a reimaginação da agricultura brasileira e os três valores da organização, que são: Gente que brilha, Inovando para o futuro e Apaixonados pela vitória.
Os alunos passaram um ano na Ourofino Agrociência, no programa “Gerações de Ouro”, focado no desenvolvimento de jovens que estão ingressando no mercado de trabalho, com o aculturamento dentro de uma empresa e de sua estrutura organizacional. “Esse quadro representa o que foi esse período de aprendizagem pra eles, com o olhar deles, de quem têm muitas perspectivas para o futuro, e de como eles veem a Ourofino. É uma forma de ficarem com a gente por meio desses quadros”, ressaltou a analista de Gente e Cultura, Isabela Villar.
Será realizado um evento em janeiro, chamado de “formatura”, em que participarão os aprendizes e funcionários da Ourofino Agrociência, tanto da sede de Uberaba, quanto da de Ribeirão Preto. Na ocasião, os jovens vão falar sobre cada uma das produções e o público poderá conferir o resultado das telas. O evento marcará, simbolicamente, o encerramento do contrato dos aprendizes.
“Essa ação é um marco para nós, da FETI, e um reconhecimento maravilhoso vindo da Ourofino Agrociência. Acreditamos que esse é o caminho para valorização desses jovens, de serem vistos por tudo que agregaram na empresa”, pontuou a chefe do Departamento Programa de Bem-Estar do Menor (Probem), Roseleide Souto.
O aprendiz Alexandre Rosa quis mostrar, em sua tela, como a empresa reimagina a agricultura brasileira. “O meu quadro representa uma pessoa que acabou de se formar e, do outro lado, mostra a evolução dessa pessoa, ela já formada há tempos, já no ramo, com a melhora nas tecnologias da sua fazenda devido aos produtos e culturas da Ourofino”, contou.
Para ele, o grafite foi significativo. “Além de trabalhar as nossas habilidades, nossa forma de pensar, também expõe para pessoas chave o que a gente acha da empresa. Isso é muito bacana, porque esses pontos levantados podem ser postos em prática e melhorados”, finalizou.

