Primeira Pedra do ano registra várias quedas nos preços dos hortifrutigranjeiros

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A primeira comercialização na Pedra do Produtor de 2026, nesta segunda-feira (5), na Ceasa de Uberaba, mesclou quedas e estabilidade de preços. O jiló, por exemplo, teve uma retração de 50% em seu valor.

De acordo com o Departamento de Abastecimento da Secretaria do Agronegócio (Sagri), 21 produtores participaram das vendas na Pedra e ocuparam 32 espaços no galpão da Ceasa.

Dos 18 hortifrutigranjeiros mais consumidos, nove apresentaram queda em seus preços e nove mantiveram os valores da semana passada. As quedas foram lideradas pelo jiló, produto que saiu de R$80,00 para R$40,00 a caixa com 16 quilos.

Baixa também nos preços do tomate – R$130,00 para R$100,00, quiabo – R$80,00 para R$70,00, batata – R$90,00 para R$85,00 o saco, e a vagem, que baixou de R$130,00 para R$100,00 a caixa com 13 quilos.

Entre as frutas, houve redução também nos preços da banana-prata, de R$95,63 para R$76,50, e da banana nanica – R$65,00 para R$56,00, do melão – R$60,00 para R$50,00 a caixa, e a laranja Pera Rio que baixou de R$65,00 para R$60,00 o saco com 22 quilos.

Os hortifrutigranjeiros que mantiveram os preços foram abobrinha menina – R$100,00, beterraba e cenoura – R$70,00, cada, mandioca – R$60,00 a caixa, repolho – R$50,00 o engradado com 30 quilos e a cebola que segue a R$40,00 o saco.

As duas principais folhosas, alface e couve, também seguem com preços inalterados, ou seja, R$30,00 a dúzia. Igual situação para o mamão formosa. A fruta segue com preço estável, a R$6,11 o quilo.

Nesta primeira cotação de 2026 não foi registrada nenhuma elevação de preços entre os 18 hortifrutigranjeiros mais consumidos.

As comercializações na Pedra do Produtor, em Uberaba, voltam a acontecer na quinta-feira, dia 8 de janeiro. Os trabalhos começam às 5h.

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