Projeto da Sagri aponta que de janeiro até agora choveu 901 milímetros em Uberaba

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De acordo com o Projeto de Monitoramento Pluviométrico de Áreas Produtivas da Secretaria do Agronegócio (Sagri) e parceiros, o acumulado de chuvas no primeiro trimestre deste ano, no município de Uberaba, foi de 813,24 milímetros. Só nestes primeiros 12 dias de abril choveu 87,76 milímetros em média, totalizando de janeiro até agora, 901 milímetros.

Os números integram boletim pluviométrico que, mensalmente, a Sagri disponibiliza aos produtores rurais e comunidade em geral, no site da Prefeitura de Uberaba. O último documento publicado refere-se às precipitações de março. No período, choveu no município 190,07 milímetros de média. Comparando com março de 2022, quando choveu 163,54 milímetros, houve um crescimento de 13,95% nas precipitações.

Ainda referente a março último, o boletim aponta que o maior índice de chuvas foi registrado na região do posto Caxuxa, com 324,60 milímetros. Já o menor, na Comunidade da Capelinha do Barreiro, com 103,20 milímetros de precipitação.Considerando o acumulado entre janeiro, fevereiro e março de 2023, as precipitações foram 6,72% maiores que as verificadas em 2022, que teve no referido trimestre 758,59 milímetros de chuvas. A média histórica dos últimos 30 anos, para o mesmo período, é de 797,9.

Pela média climatológica (1991/2020), a precipitação acumulada para todo mês de abril é de 94,90 milímetros. Ou seja, já choveu 92,47% da referida média só em 12 dias.

Números, disse o geógrafo Matheus Alves, chefe da Seção de Desenvolvimento Rural, que demonstram o grande volume de chuvas que Uberaba vem recebendo neste começo de 2023. Ele chama atenção, no entanto, que para os próximos meses está prevista a diminuição significativa destes volumes, numa escala decrescente abril, maio e junho. Mesmo assim, alerta o professor Matheus que ainda para abril poderão ser observadas chuvas intensas.

O projeto de Monitoramento Pluviométrico da Sagri foi criado em janeiro de 2022 e envolve além da Prefeitura, as usinas Uberaba, Vale do Tijuco e Delta Sucroenergia, Inmet, Fazu e Embrapa. Ao todo, são 26 estações de monitoramentos. A maioria no meio rural.

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