Terceiro LIRAa aponta queda no índice de infestação do Aedes aegypti em Uberaba

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O terceiro Levantamento Rápido de Índice de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) de 2025 aponta para redução no comparativo com a mostra anterior. De acordo com dados apurados pela Diretoria de Vigilância em Saúde, Uberaba caiu para 1,2% de infestação do mosquito transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela, ante os 3% do segundo e 8,1% no primeiro LIRAa do ano.

O resultado do LIRAa, divulgado nesta terça-feira, 19, pela Prefeitura de Uberaba, por meio da Secretaria de Saúde, via Centro de Controle de Endemias e Zoonoses, assinala para médio risco de transmissão das arboviroses. A coleta dos dados ocorreu entre os dias 11 e 14 de agosto, em 8.609 imóveis, por meio do trabalho de cerca de 200 agentes de endemias.

A diretora de Vigilância em Saúde, Fernanda Luiza Mendonça Oliveira, explicou que o LIRAa é uma metodologia que permite o conhecimento de forma rápida, por amostragem, da quantidade de imóveis com a presença de recipientes com larvas do Aedes aegypti.

“O relatório aponta que o índice de infestação predial aferido é inferior ao levantamento de maio, e observamos que estamos na mesma faixa quando comparamos com o mesmo período de 2024 em que o resultado foi de 1,3%, indicando situação de alerta. Com o resultado, já iniciamos um novo ciclo de intensificação de combate às arboviroses em toda cidade e nas áreas apontadas com maiores índices. Salientamos que essa é uma responsabilidade do poder público, mas também um dever de todo cidadão”, explicou.

De acordo com o resultado apurado, as regiões com maiores índices de infestação são o Amoroso Costa, Cássio Rezende, Flamboyant 1, 2 e 3, Jardim Baronesa, Jardim Belo Horizonte, Jardim Manhattan, Parque do Mirante, Parque São José, Residencial Estados Unidos 1 e 2, Tita Resende, Boa Vista, Estados Unidos, Frei Eugênio, Guanabara, Anatê, Filinha Mendes, Jardim Califórnia, José Barbosa, Maringá, Nossa Senhora de Lourdes, Parque dos Buritis, Residencial Damha Fit e Residencial 2000.

Os principais locais dos focos continuam sendo dentro das residências, em pequenos reservatórios móveis, como vasos de plantas, bebedouros de animais, depósitos de água, lixo, entulho e outros materiais inservíveis e, portanto, passíveis de descarte.

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