Inaugurado pela RHI Magnesita, espaço reúne espécies como ipê, pequi e jatobá-do-cerrado e vai apoiar ações de reflorestamento e educação ambiental na região
A preservação da vegetação nativa do Cerrado ganhou um novo aliado em Uberaba, no Triângulo Mineiro. A cidade agora conta com o Viveiro Raízes da Bela Vista, criado pela RHI Magnesita na Fazenda Bela Vista para cultivar espécies típicas do bioma e contribuir com iniciativas de reflorestamento, recuperação ambiental e educação ambiental. Além de apoiar projetos ambientais da companhia, o espaço também prevê a distribuição de mudas para escolas e comunidades da região.
Entre as espécies que serão cultivadas no novo espaço estão árvores como ipê-amarelo, ipê-branco, ipê-rosa, pequi, jatobá-do-cerrado, araticum, mangaba, pau-terra, sucupira e jacarandá. O viveiro também contempla frutíferas como cajuzinho-do-cerrado, guabiroba, pitanga, uvaia, amora e acerola, ampliando a diversidade de plantas destinadas às ações ambientais.
Inaugurado em 22 de outubro, o Raízes da Bela Vista conta também com um banco de sementes que dará suporte à produção de mudas. O processo começa com a coleta em campo, seguida pelas etapas de tratamento e beneficiamento do material, que será utilizado no cultivo de espécies nativas do Cerrado. A iniciativa contribuirá para os trabalhos de conservação da vegetação nativa e recuperação ambiental na região.
“A RHI Magnesita tem a preservação ambiental como uma de suas prioridades, e a criação do viveiro é parte desse trabalho. Queremos ampliar nossas ações de conservação do Cerrado e contribuir para que a proteção da biodiversidade também faça parte do dia a dia da comunidade de Uberaba”, destaca Carlos Eduardo Rodrigues de Souza, gerente de Meio Ambiente da RHI Magnesita para a América Latina.
Educação ambiental e participação da comunidade
A inauguração reuniu colaboradores da RHI Magnesita e representantes da Fundação de Ensino Técnico Intensivo “Dr. Renê Barsam” (Feti), responsável pela formação de jovens aprendizes em Uberaba. A programação incluiu apresentações sobre a importância dos viveiros para o município, os trabalhos de monitoramento de fauna realizados pela empresa e o funcionamento do banco de sementes. Os participantes também receberam mudas ao final da visita.
A aproximação com os jovens e as instituições de ensino já faz parte do trabalho de educação ambiental da RHI Magnesita na região. Em Ponte Alta, por exemplo, a companhia desenvolve atividades com estudantes e professores, incluindo ações educativas e formação de educadores. As iniciativas são realizadas ao longo do ano, especialmente em três momentos do calendário ambiental: o Dia Mundial da Água, em março; a Semana do Meio Ambiente, em junho; e o Dia da Árvore, em setembro.
“O contato com a natureza é uma oportunidade de aprendizado que vai além da sala de aula. Quando crianças e jovens conhecem as espécies da região e entendem como elas se desenvolvem, o meio ambiente deixa de ser apenas um tema estudado e passa a fazer parte da realidade deles. É essa experiência que buscamos proporcionar com nossas ações educativas”, finaliza Carlos Eduardo.







