Zoonoses intensifica ações de combate ao Aedes aegypti

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O Departamento de Controle de Zoonoses e Endemias intensifica ações de combate ao Aedes aegypti, transmissor da dengue, Chikungunya e zika. O Portal do Sol é o primeiro bairro a receber o reforço dos agentes de endemias, esta semana. Entre as ações, estão o Mutirão de Limpeza para retirar possíveis criadouros do mosquito de dentro das casas, circulação de motofogs para eliminação de mosquitos adultos, intensificação das visitas domiciliares e ações de educação em saúde nos bairros.

Todas essas ações já são realizadas diariamente pelo Departamento, mas foram intensificadas nos bairros que apresentaram valores altos no primeiro Levantamento de Índice Rápido de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) de 2022, divulgado nesta segunda-feira (31). O índice ficou em 7,70%. Em janeiro de 2021, esse valor foi de 7,25%.

Além do Portal do Sol, os bairros que apresentaram índices altos no LIRAa e receberão ações intensificadas são: Umuarama, Residencial Mário Franco, Pacaembu 2, Parque da Liberdade, Ilha de Marajó 1, Villagio Del Fiori, Alfredo Freire 3, Morada Du Park, Parque dos Girassóis, Jardim Espírito Santo, Filhinha Mendes, Tutunas, Jardim Primavera, Alfredo Freire 2, Silvério Cartafina, Vila São José, Jardim Marajó 1 e 2 e Vila Isabel do Nascimento.

No ano passado, o Governo Municipal contratou quase 100 agentes de endemias. Isso permitiu aumentar a capacidade de trabalho no combate às arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti. Mas o chefe da Seção de Controle de Endemias, Diogo Barros, reforçou que a colaboração da população é essencial para evitar uma epidemia de dengue.

“O Mutirão atuou durante todo o ano de 2021 e, mesmo assim, um dos principais tipos de criadouros identificados foi o lixo. Para este ano, já direcionamos os trabalhos para as áreas com maiores índices, mas é preciso que a população receba os agentes, fique atenta às suas casas”, explicou Diogo.

Em 2021, foram retiradas mais de 130 toneladas de materiais que poderiam servir de criadouros. Somente em janeiro deste ano, foram recolhidas quase 3 toneladas de possíveis criadouros para o Aedes (lixo).

Os principais focos identificados foram em depósitos móveis (vasos de plantas, pratos e frascos com plantas, bebedouros de animais, fontes ornamentais, etc.) e lixo (sacolas plásticas, garrafas vazias, casca de ovo, caixa de leite, ferro-velho e entulhos).

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