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Homem morreu dentro de uma das celas no presídio
Uma briga envolvendo dois detentos terminou em morte na penitenciária Professor Aluísio Ignácio de Oliveira em Uberaba. O suspeito confessou o crime e será indiciado.
Segundo informações apuradas pela Folha Uberaba, o crime que aconteceu na noite do último sábado foi descoberto na manhã de ontem quando os policiais penais que trabalham no presídio foram abrir os pavilhões da ala B na galeria e ao chegar na cela 30, viram um detendo caído e os outros companheiros de cela de costas. Eles entraram no local e constataram que um detento de 35 anos estava com vários hematomas no rosto e sem vida.
Os penais questionaram os ocupantes da cela e um deles de 31 anos assumiu o homicídio. O suspeito disse que já estava tendo brigas com a vítima há alguns dias e no sábado à noite, eles discutiram novamente, entraram em luta corporal no banheiro e ele desferiu um soco no rosto da vítima que caiu e bateu a cabeça no vaso sanitário morrendo na hora.
O homem relatou ainda que agiu sozinho e nenhum outro preso foi envolvido na ação criminosa. O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML), onde passou por exames e posteriormente foi liberado para os familiares. Já o acusado de homicídio foi levado até a delegacia de Polícia Civil, onde prestou depoimento ao delegado de plantão. Posteriormente o acusado de homicídio foi levado novamente para o presídio onde permanece à disposição da justiça.
Secretaria de Estado de Justiça e Segurança emite nota:
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informa que na manhã desse domingo (05/2), por volta das 09h, policiais penais da Penitenciária Aluizio Ignácio de Oliveira, em Uberaba, encontraram o detento Enivaldo Max Manoel, de 35 anos, caído no chão da cela, sem os sinais vitais. Ao serem indagados, os demais detentos informaram que houve uma briga no período noturno. Um dos presos assumiu a autoria do crime e foi apresentado à autoridade policial.
Todos os procedimentos cabíveis foram realizados pela direção da unidade prisional. A Polícia Civil foi acionada e esteve no local para a realização dos trâmites necessários de investigação criminal e perícia.

