“Mãos que Falam”. Este é o nome do projeto desenvolvido no Setor de Recursos Humanos do Hospital Regional, por meio do qual a instituição oferta oficinas de ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) a seus colaboradores diretos, em parceria com o Centro de Capacitação de Profissionais da Educação e Atendimento a Pessoas com Surdez (CAS), que funciona na Escola Estadual Quintiliano Jardim.
A iniciativa partiu do próprio Hospital, por meio de seu Serviço de RH, contou a analista do setor, Barbara Barbosa, e tem inscrições abertas a todos os colaboradores interessados. Conforme o interesse deles, são montadas turmas para o aprendizado.
“A gente tem trabalhado sempre por um atendimento mais humanizado e uma das formas de se fazer isso é capacitar nossos colaboradores para que eles tenham condições de atender alguém que precise de um intérprete de Libras. Daí surgiu a parceria com o CAS”, explicou. “A oficina é uma forma de capacitar os profissionais, mas não necessariamente eles atuarão como intérpretes, o que demanda formação específica, mas podem mediar a relação com o paciente e a oficina pode despertar o interesse do colaborador na formação para se tornar intérprete”, acrescentou.
A Coordenação de Atendimento do Hospital Regional também atuou junto ao RH, identificando a demanda por intérpretes de Libras na unidade. Portanto, esse passa a ser mais um componente no acolhimento da instituição, proporcionando maior segurança aos pacientes necessitados dessa modalidade de atendimento.
Trata-se de um canal de acessibilidade em benefício eventualmente de colaboradores nas mesmas condições de surdez. As oficinas do projeto “Mãos que Falam” tiveram início na última terça-feira (20), no período noturno, entre 18h e 20h45. As aulas vão até a segunda semana de dezembro.

