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Brasil enfrentará pior seca dos últimos 111 anos, mas ainda temos esperança

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Alerta de órgãos governamentais de escassez hídrica é o mais grave do último século

Os meses de julho a setembro devem ser de escassez de chuvas e risco de falta de água em pelo menos cinco estados brasileiros: Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. Vale lembrar que todos esses estados estão na região onde se concentra a maior parte da produção agrícola do Brasil, o que faz a situação ser considerada grave para o setor.

O alerta foi emitido pelo Sistema Nacional de Meteorologia (SNM), que reúne agências como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Além do SNM, assinam o alerta de emergência hídrica a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).

Previsão de chuvas para os próximos meses é baixa, colocando o setor agrícola em estado de alerta (Fonte: INPE/CPTEC)

Uma das principais causas para a seca prevista é o fenômeno climático La Niña. O La Niña é consequência das mudanças climáticas globais causadas pela ação humana no meio ambiente. Ele provoca o resfriamento das águas do Oceano Pacífico, o que acaba gerando perturbações no ciclo de chuvas no Brasil, alterando tanto o volume de precipitação quanto a época em que elas deveriam acontecer.

Para o setor agrícola, isso tem grandes impactos, uma vez que pode prejudicar o desenvolvimento das lavouras.


O que pode ser feito para minimizar o impacto da seca nas lavouras

Na hora de fazer o planejamento do plantio, geralmente o agricultor leva em conta os períodos de chuva antes de aplicar os fertilizantes que ele usa no manejo agrícola. Mas, as imprevisibilidades causadas por fenômenos como o La Niña deixam isso mais complicado.

Embora existam os alertas como os do SNM, muitas vezes o planejamento do plantio já foi realizado e uma estiagem que não estava prevista pode trazer prejuízos. Para minimizar os efeitos da estiagem, o agricultor pode contar com um elemento da própria natureza. É aí que o uso do silício no manejo agrícola se torna uma ferramenta importante para se prevenir e minimizar os impactos das mudanças climáticas. 

Desde 2015, o silício é reconhecido pela comunidade científica como um elemento benéfico para as plantas. Um de seus efeitos positivos é justamente aumentar a resistência das plantas contra os estresses bióticos (pragas e doenças) e abióticos (salinidade, seca, metais pesados, etc). 

Vários relatos na literatura científica mostram como o silício melhora a estrutura da planta, regulando as perdas de água por evapotranspiração, proporcionando economia no consumo de água e maior tolerância à seca.

O silício ainda torna as paredes celulares das plantas mais espessas e diminui a perda de água. Isso faz com que ela tenha um melhor aproveitamento hídrico, sendo mais capaz de lidar com situações de estresse como as provocadas por períodos longos de estiagem. 

Mas, além disso, o uso de fertilizantes adequados também é muito importante para se prevenir de períodos de seca, como a experiência de muitos agricultores já vem mostrando.


Agricultores usam novas tecnologias para se prevenir da seca

Algumas fontes de nutrição agrícola, como por exemplo o Cloreto de Potássio, que tem um índice salino de 116%, acabam aumentando a salinidade do solo.

FonteÍndice salino (%)
Cloreto de potássio116
Nitrato de potássio74
Polisulfato70
Sulfato de potássio e magnésio43
K Forte®0,17

Índice salino de fertilizantes potássicos
(Fonte: POTAFOS. Boletim Técnico, 3; Barbieret al; Boletim Técnico IAC, 196; VILLAS BÔAS, R. L. et al)

Em situações de pouca chuva, como a que o Brasil deve enfrentar nos próximos meses, isso intensifica os efeitos do estresse hídrico nas plantas.

O percentual de redução na absorção de água cresce em função do aumento da salinidade do solo. Isso significa que as plantas têm um aproveitamento hídrico menor quanto mais salino é o solo (Fonte: DIAS, Nilson et. al, 2016)

O uso de fertilizantes adequados pode ajudar a mitigar o problema da seca e deixar o agricultor mais preparado para enfrentar as adversidades climáticas. É o caso de Dorvalino Foscarini, agricultor que cultiva milho e soja em Uberaba/MG.

Dorvalino conta que teve sucesso com uma nova tecnologia desenvolvida pela Verde, empresa de tecnologia agrícola, e que com ela conseguiu manter sua lavoura saudável.

“Hoje eu uso o K Forte®. Colhi 60.5 sacos por hectares numa lavoura que sofreu muito sol, eu fiquei satisfeito. E deu bom resultado, minhas lavouras estão muito boas, a da soja, teve 34 dias de sol e tive um bom resultado na colheita.” O K Forte®, além de ser fonte de potássio, magnésio e manganês, é rico em silício.

Os impactos das mudanças climáticas e de fenômenos como o La Niña ainda devem ser sentidos no país até o ano que vem. Assim, é importante que o agricultor brasileiro esteja preparado. Para isso, além de um planejamento adequado, é preciso buscar novas fontes de nutrição e novas tecnologias que protejam a lavoura das consequências do estresse hídrico.

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