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Desenvolvimento Econômico visita Porto Seco de Uberaba

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Nesta quarta-feira (8), o secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação, Rui Ramos, esteve na empresa Porto Seco do Triângulo – Estação Aduaneira do Interior (Eadi), localizada no Distrito Industrial II, para uma visita e foi recepcionado pelo diretor André Barsam e pelo gerente executivo Paulo Carvalho. Acompanhando o secretário, o assessor de Gabinete Ricardo Alexandre Pereira Guissone.

“Hoje fomos visitar o Porto Seco de Uberaba e é uma instalação muito bem estruturada. Eles foram incentivados com uma área nova, estão em obras para construção de novo armazém que deve ser entregue em novembro. Fundamental também a troca de informações, e alinhar uma ação importante, por exemplo, toda empresa nova que incentivarmos em Uberaba, como condicionante, poderá realizar o desembaraço aduaneiro de uma importação de insumos que usa no processo de produção no nosso Porto Seco, ao invés de buscar em outra cidade. E ainda, buscar junto ao governo do Estado essa interlocução, pois pode colocar essa preferência no seu incentivo. O nosso Porto Seco tem uma movimentação de carga de importação de mais de 90%, sendo uma das mais bem estruturadas que temos em Minas Gerais”, pontuou o secretário municipal.

Para Paulo Carvalho, a visita foi gratificante, visto que contam com a Prefeitura como parceira de negócios. “A nossa estrutura é composta de 87 mil metros quadrados, com dois galpões de 6 mil metros quadrados cada um, que serve para estocarmos e armazenarmos mercadorias dos importadores que utilizam o nosso serviço. A ampliação ajudará a acolher toda a demanda que a nós é direcionada, com mais um galpão de aproximadamente 7 mil metros quadrados”, afirmou o gerente executivo.

Ainda de acordo com Paulo Carvalho, como zona secundária, ou seja, fora dos portos principais e próximos de regiões com grande volume de produtos a serem comercializados, tanto para importação de mercadorias como exportação, o Porto Seco de Uberaba tem custo menor que as zonas primárias, em razão do volume. “Além disso, tem a proximidade das empresas da região e do município, ou seja, quanto mais a mercadoria estiver mais próxima, isso é valorizado e a agilidade no desembaraço em função dos serviços prestados, e também da Receita Federal que tem uma influência na execução dos seus serviços, de conferência, tramitação, pagamento de impostos, para liberar a carga para a indústria e empresa”, finalizou.

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