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Minas Gerais: escolas da rede estadual reabrem dia 21 de junho

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fonte: UOL

O retorno das aulas presenciais na rede estadual de ensino de Minas Gerais está marcado para o dia 21 de junho, segundo informou a secretaria de Estado de Educação. Os profissionais da educação, no entanto, devem retomar o trabalho presencial na próxima segunda-feira (14), para preparar as escolas.

De acordo com o comunicado da SEE, a volta será gradual, começando com as turmas de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental. A secretaria lembrou que o retorno será facultativo, e caberá às famílias decidirem se levam ou não suas crianças, já que o Estado continuará oferecendo o ensino remoto.

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Além disso, a mudança valerá apenas para os municípios que estiverem nas ondas Verde e Amarela do Plano Minas Consciente – que determina as ações de restrição para combate à pandemia -, e nas quais as prefeituras não apresentarem restrições.

Atualmente, apenas as regiões Triângulo Norte e Vale do Aço estão na fase amarela. Para o controle da segurança sanitária, “a cada 14 dias serão avaliadas as condições de cada localidade e os indicadores epidemiológicos”, diz a nota.

Após os alunos dos anos iniciais, a previsão é de o retorno inclua alunos do 3° ano do Ensino Médio e, então, do 9° ano do Ensino Fundamental. Não foi informada a previsão para as demais idades escolares.


Decisão do TJMG

O comunicado veio após uma decisão do TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais), que autorizou a reabertura das unidades de ensino. Os desembargadores julgaram um mandado de segurança impetrado pelo Sindi-UTE (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais), que impedia a volta às escolas.

O sindicato disse, em comunicado, que o resultado “causou extrema estranheza” e “perplexidade”. O Sindi-UTE afirmou que irá recorrer da decisão “tão logo o acórdão seja publicado” e garantiu que seguirá fiscalizando e acompanhando o cumprimento das medidas sanitárias pela Secretaria de Educação.

“Estamos em mais um momento de agravamento da crise sanitária em nosso Estado, com o constante crescimento do número de casos em toda Minas Gerais, inclusive com a chegada de novas cepas da doença, o que ensejaria na necessidade de manutenção da medida e não o contrário, conforme foi decidido”, diz o comunicado.

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