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Seção de Controle de Zoonoses tem foco na prevenção de doenças transmitidas por animais

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A Seção de Controle de Zoonoses, ligada ao Departamento de Controle de Zoonoses e Endemias da Secretaria Municipal de Saúde, trabalha constantemente na prevenção e controle de animais sinantrópicos. Estes são aqueles animais que não são domésticos, e que a população não gostaria que estivessem próximos das residências, como pombos, escorpiões, lagartas, caramujo gigante africano, roedores e morcegos.

Durante a pandemia, as solicitações têm sido poucas, mas o chefe da Seção, Luiz Gustavo Pinheiro Rodrigues, ressaltou que a população pode procurar o serviço sempre que precisar pelo telefone 3315-4173. Equipes irão ao local de chamada para descobrir as condições que favorecem o aparecimento e o abrigo do animal peçonhento, bem como tomar as medidas cabíveis.

No caso de escorpiões, por exemplo, Luiz Gustavo ressaltou que não existe inseticida comprovadamente eficaz para combater escorpiões, sendo a melhor forma de prevenção a limpeza correta de todas as áreas das residências e colocação de barreiras de proteção nos possíveis locais de entrada dos escorpiões.

“Segundo o Manual de Controle de Escorpiões da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, os inseticidas não são recomendados, pois apenas fazem os escorpiões se deslocarem para locais não expostos à ação desses produtos. Isso aumenta o risco de acidentes e não resolve o problema, pois os escorpiões não morrem, eles apenas vão para outro lugar”, esclareceu o chefe de Seção.

O Manual do Ministério da Saúde destaca ainda que agentes de saúde não devem realizar nem recomendar ao proprietário do imóvel a aplicação de produtos químicos.

Serviços – A Seção de Controle de Zoonoses atende à demanda espontânea da população e de outros órgãos, disponibiliza ainda serviços como: controle de roedores na zona urbana e rural, com colocação de raticidas; controle e investigação para determinar o Local Provável de Infecção (LPI) nos casos de suspeita e confirmação de Hantavirose, Leptospirose, Febre Maculosa e outras doenças; controle de escorpiões; vigilância de quirópteros (morcegos) com envio de exemplares suspeitos para análise; vigilância de lagartas e aranhas; dedetização em casos de alta infestação de lagartas quando há risco de acidentes; dedetização para controle de pragas com indicativos de alta infestação para carrapatos, piolhos, percevejos e outros, conforme avaliação de cada caso; e conscientização da população para a prática e adoção de condutas que impedem a proliferação de pragas.

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