Polícia investiga homem suspeito de estuprar a própria filha

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Policiais militares registraram mais um caso de estupro de vulnerável contra uma vítima de 10 anos e o principal suspeito é o pai de 39 anos, que será investigado pela Polícia Civil. A menina foi encaminhada para atendimento médico após a descoberta da mãe.
Segundo informações apuradas pela Folha Uberaba, fato foi constatado no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), onde a equipe da 41ª Companhia de Polícia Militar compareceu após solicitação. Na unidade hospitalar eles conversaram com a mulher de 30 anos, que relatou ter uma filha de 10 anos e que, conforme decisão judicial, a criança fica na casa do pai, de 15 em 15 dias nos finais de semana. A testemunha contou que há aproximadamente 17 dias, quando a filha ficou na casa do pai, ela retornou com o pescoço roxo, com marcas de “chupadas”. Ela questionou a menina e a vítima disse que, tinha batido em algum lugar, mas se não se recordava onde. Já na noite do último domingo (19), a criança foi entregue para a mãe após passar o final de semana com o pai e a genitora percebeu outra marca sobre o pescoço da menina. Ao ser questionada a criança disse que não sabia o que era e na segunda-feira, a mãe decidiu conversar novamente com a menina que estava bastante agitada e perguntou se havia acontecido alguma coisa. Nesse momento a vítima disse, “sabe o que é isso aqui no meu pescoço mãe? Meu pai me pega. A mulher então perguntou como o pai a pegava, se ela já tinha visto o genitor pelado e a criança balançou a cabeça de forma positiva. Em seguida a mãe questionou a filha, se o pai já tinha tocado as partes íntimas dela e a menina novamente balançou a cabeça de forma positiva. Desesperada a mulher levou a filha para o HC/UFTM e, após conversa com a equipe médica pediátrica, a menina relatou que por várias vezes o pai encostou o órgão genital nas partes genitais dela, inclusive já ejaculou na presença da criança. Os policiais militares pegaram os dados e as informações sobre o suspeito, fizeram um registro da ocorrência, mas por não estar em situação de flagrante o homem não foi detido. O caso vai ser investigado pela Delegacia de Orientação e Proteção á Família da Polícia Civil.

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