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Bioinsumos, expansão industrial e novas cadeias produtivas estão redesenhando o agro brasileiro. Confira os destaques da Folha Agro de hoje.
Bioinsumos ganham espaço na produção de frutas e verduras com foco em eficiência e equilíbrio do meio ambiente


A horticultura brasileira está em um momento importante. A produção de frutas, verduras e legumes precisa responder à crescente demanda por alimentos saudáveis, pressão por redução de custos e necessidade de práticas agrícolas que preservem o solo e os ecossistemas.
Nesse cenário, a Korin Agricultura e Meio Ambiente vai além da oferta de insumos e propõe um olhar diferente para o sistema produtivo: cuidar do solo como base para cultivos mais equilibrados, sustentáveis e rentáveis. A empresa atua em sintonia com produtores atentos às exigências do mercado e comprometidos com práticas que fortalecem a saúde do solo e a resiliência ao longo do tempo. Essa visão se traduz em tecnologias biológicas aplicáveis às principais culturas de HF, como alface, tomate, morango, banana e diversas outras frutas e alimentos que compõem a base da alimentação diária.
“O segmento de HF é um dos mais intensivos da agricultura. Ciclos curtos, alta exigência nutricional, pressão constante de pragas e doenças e forte sensibilidade às variações climáticas tornam o manejo um desafio diário”, afirma Rodrigo Longaresi, gerente de Desenvolvimento de Mercado da Korin Agricultura. “Ao mesmo tempo, o consumidor está cada vez mais atento à qualidade, segurança alimentar e forma como os alimentos são produzidos”, completa.
É nesse ponto que os bioinsumos ganham protagonismo. “Na Korin Agricultura, entendemos que o solo não é apenas um suporte físico para as plantas, mas um organismo vivo, complexo e estratégico”, destaca Longaresi. A atuação da empresa parte do princípio de que solos biologicamente ativos favorecem o desenvolvimento radicular, promovem plantas mais equilibradas e resultam em culturas mais produtivas.
Pioneira em bioinsumos no Brasil, a tecnologia foi introduzida na década de 1990 e vem sendo continuamente aperfeiçoada para atender às condições e às necessidades da agricultura do país. As tecnologias desenvolvidas pela empresa são fundamentadas nos princípios da Agricultura Natural, um método preconizado por Mokiti Okada. Com sede em Ipeúna (SP), a Korin Agricultura convida a conhecer mais sobre suas soluções em: www.korinagricultura.com.br
BRANDT projeta crescimento de 22% com expansão industrial no Brasil

Companhia fortalece presença global a partir de Cambé (PR), com novos investimentos, ampliação de equipe e avanço em soluções para nutrição vegetal, tratamento de sementes e biológicos.
A BRANDT – empresa de inovação tecnológica focada em fisiologia vegetal, biossoluções e tecnologia da aplicação – mantém trajetória consistente de expansão no Brasil e projeta novo salto nos próximos anos. Depois de crescer 12% em faturamento em 2024 e 16% em 2025, a companhia já prevê avanço de 22% em 2026, impulsionado por investimentos em capacidade de produção e ampliação da equipe e do portfólio no país. O plano inclui a inauguração de duas fábricas no Paraná até o fim do ano.
“A evolução do nosso negócio acompanha o amadurecimento da operação nacional, que completa 11 anos em julho. Ao longo dessa década, construímos uma base muito sólida no mercado brasileiro, principalmente em nutrição vegetal e adjuvantes. Hoje o Brasil já é o segundo maior mercado da BRANDT, atrás apenas dos Estados Unidos, onde a companhia nasceu há mais de sete décadas”, afirma o presidente da BRANDT Brasil, Wladimir Chaga.
A relevância da empresa também se reflete no cenário internacional. Levantamento recente aponta a BRANDT com 3,56% de participação no mercado global de fertilizantes foliares, figurando entre as dez maiores empresas em um ranking que reúne mais de 50 companhias do setor, segundo a consultoria Pristine Market Insights.
De acordo com Chaga, mesmo em um cenário de ajustes de preços e volatilidade no mercado agrícola, a estratégia da BRANDT tem sido ampliar presença e capacidade operacional. “Enquanto muitas empresas estão focadas em cortes ou ajustes, nós seguimos investindo. Em 2025, por exemplo, crescemos 22% em volume de produtos colocados no campo. Isso mostra que a demanda existe e que o agricultor busca tecnologias para aumentar produtividade”, explica. O presidente da BRANDT.
Sobre a BRANDT
Presente em mais de 80 países desde 1953, a BRANDT atua no Brasil há mais de uma década oferecendo tecnologias voltadas à nutrição e fisiologia vegetal, com destaque para fertilizantes foliares, tratamento de sementes e soluções em bioproteção. Mais informações: www.brandtbrasil.com
Com múltiplas aplicações industriais, mamona vive novo ciclo no Brasil

Além dos benefícios agronômicos, cultura se destaca como fonte de matéria-prima de alto valor agregado
A safra brasileira de mamona (Ricinus communis) deve atingir novos patamares em 2026, impulsionada pela alta demanda do setor produtivo e pelos avanços tecnológicos na produção de biocombustíveis, segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Ao mesmo tempo, o desenvolvimento da ricinoquímica ampliou as aplicações industriais do óleo, aumentando o interesse de produtores, exportadores e da indústria, o que fortalece a cadeia produtiva e torna a comercialização mais atrativa e rentável.
“A mamona está ganhando força no agro brasileiro. Para o produtor que busca uma alternativa rentável e ao mesmo tempo sustentável, a sua adoção é um sinal positivo de que vale a pena olhar com mais atenção para a cultura”, destaca Igor Borges, líder de sustentabilidade da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL, especializada em soluções sustentáveis e gestão integrada de ponta a ponta para grandes agricultores do Cerrado.
Além da importância econômica, a mamona se destaca pelos benefícios agronômicos. “Por ter um sistema radicular profundo, a planta contribui para a descompactação do solo, melhora a infiltração de água e favorece o aproveitamento de nutrientes em camadas mais profundas. Essa característica torna a cultura uma opção em sistemas de rotação de culturas, promovendo maior equilíbrio e saúde do solo, além de ser uma alternativa como prática de Agricultura Regenerativa”, explica Igor.
Outro diferencial é a resistência da planta e sua capacidade de adaptação a diferentes condições climáticas, como em regiões com menos chuvas. Essa resistência aumenta as possibilidades de cultivo, contribui para a diversificação agrícola e reduz riscos associados à dependência de uma única cultura.
Para Igor, investir em culturas como a mamona significa apostar em um modelo de agricultura regenerativa, que conta com produtividade e responsabilidade ambiental. “Quando falamos em futuro do agro, falamos em sistemas mais resilientes, solos mais vivos e produtores mais preparados. A mamona é um exemplo claro de que é possível produzir bem e, ao mesmo tempo, cuidar do solo e do entorno.”
Fundada em 2022, a ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL, oferece soluções integradas e sustentáveis para grandes produtores, com foco em produtividade, rentabilidade e gestão no campo. Para mais informações, acesse origeo.com

ABCZ – Contas de 2025 reprovadas
Votação ocorreu nesta quarta-feira (18), durante Assembleia Geral Ordinária, em Uberaba/MG
Os associados da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) reprovaram as contas da entidade referente ao ano de 2025, período liderado pelo ex-presidente Gabriel Garcia Cid (gestão 2023-2025). A votação ocorreu nesta quarta-feira (18), durante Assembleia Geral Ordinária, em Uberaba.
Com a presença de associados, conselheiros e diretores, o ex-presidente prestou conta de sua gestão e, em seguida, o Conselho Fiscal apresentou o seu Parecer exarado após exame do balanço e demonstrações financeiras do exercício anterior, no qual recomendava a aprovação com ressalvas das contas de 2025.
Após as manifestações dos presentes, a Assembleia deliberou, por maioria, pela reprovação das contas de 2025, nos termos das normas estatutárias da entidade.
A ABCZ ressalta que a reprovação das contas não representa, por si só, imputação de responsabilidade ou acusação a quaisquer pessoas, tratando-se de deliberação de natureza técnica e institucional, pautada no cumprimento das normas contábeis e estatutárias aplicáveis. A medida reflete o compromisso dos associados com a transparência, a governança e a adequada gestão do patrimônio da entidade.

